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Epithalon: o tetrapéptido russo que ativa a telomerase e combate o envelhecimento celular

PEPSPAN INVESTIGAÇÃO / ABRIL 2026

Telómeros, envelhecimento celular e o relógio biológico

Cada célula do corpo humano transporta, nas extremidades dos seus cromossomas, estruturas designadas telómeros — sequências repetitivas de ADN com a função de proteger a informação genética durante a replicação celular. A cada divisão celular, estes telómeros encurtam ligeiramente. Quando atingem um comprimento criticamente reduzido, a célula entra em senescência: perde a capacidade de se dividir e começa a secretar moléculas pró-inflamatórias que deterioram o tecido circundante. Este processo, descrito na literatura científica como a "teoria dos telómeros do envelhecimento", constitui um dos mecanismos moleculares mais estudados na gerontologia contemporânea.

A enzima responsável por contrariar este encurtamento denomina-se telomerase — uma ribonucleoproteína capaz de adicionar novas sequências teloménicas ao ADN. Nas células somáticas adultas, a expressão da telomerase é praticamente inexistente, o que explica a progressiva degradação tecidual associada ao envelhecimento. A investigação nas últimas décadas tem-se concentrado em identificar compostos capazes de reativar ou modular esta enzima, sendo o Epithalon um dos candidatos mais estudados neste contexto.

A relevância científica deste fenómeno é inquestionável: o encurtamento telomérico está correlacionado não apenas com o envelhecimento cronológico, mas também com maior incidência de doenças cardiovasculares, neurodegenerativas e oncológicas. Compreender os mecanismos que modulam a telomerase representa, portanto, uma das fronteiras mais promissoras da biologia do envelhecimento.

Como o Epithalon ativa a telomerase: mecanismo molecular

O Epithalon — cuja sequência aminoacídica é Ala-Glu-Asp-Gly (AEDG) — é um tetrapéptido sintético desenvolvido pelo Professor Vladimir Khavinson e pela sua equipa no Instituto de Gerontologia e Bioregulação de São Petersburgo, na Rússia. O seu desenvolvimento teve origem no estudo dos polipéptidos naturais da glândula pineal bovina, a partir dos quais foi isolada a Epitalamina, um extrato peptídico complexo. O Epithalon representa a versão sintética e purificada, com vantagens consideráveis em termos de reprodutibilidade e pureza laboratorial.

Em modelos pré-clínicos, o Epithalon demonstrou a capacidade de estimular a expressão do gene hTERT — a subunidade catalítica da telomerase humana — nas células epiteliais. Este efeito traduz-se num aumento mensurável da atividade telomérica, com consequente preservação do comprimento dos telómeros em culturas celulares sujeitas a múltiplas divisões. Os estudos de Khavinson, publicados em revistas como Bulletin of Experimental Biology and Medicine, documentam estes resultados com rigor metodológico, ainda que a investigação em humanos permaneça em fase preliminar.

A estrutura molecular do Epithalon, sendo um tetrapéptido de baixo peso molecular, confere-lhe capacidade de penetração celular relativamente eficaz em modelos in vitro. Esta propriedade é relevante para a investigação de mecanismos intracelulares, nomeadamente a interação com promotores genéticos e fatores de transcrição associados à expressão da telomerase.

Estudos pré-clínicos e evidências existentes

A literatura científica disponível sobre o Epithalon abrange várias décadas de investigação, com contributos maioritariamente provenientes de institutos russos, embora com crescente interesse de grupos ocidentais. Os estudos em roedores documentam efeitos consistentes na redução de marcadores de envelhecimento oxidativo, na preservação da função imune em animais idosos e numa associação com maior longevidade nos modelos estudados. Em ratos, o grupo tratado com Epithalon apresentou, em alguns estudos, uma sobrevida média superior entre 13% e 27% face ao grupo de controlo.

No domínio da oncologia experimental, investigadores russos reportaram uma redução na incidência de tumores mamários espontâneos em ratinhas tratadas com Epithalon. Embora estes resultados sejam prometedores do ponto de vista da investigação, é fundamental sublinhar que não existem ensaios clínicos randomizados controlados em humanos que validem estes efeitos com o rigor metodológico exigível pela medicina baseada em evidências. O Epithalon é, neste momento, uma substância de investigação pré-clínica.

A comunidade científica europeia tem demonstrado crescente interesse neste composto, particularmente no contexto da investigação sobre o eixo epigenética-longevidade. A disponibilidade de Epithalon com pureza documentada por HPLC e certificado de análise (COA) independente é um requisito indispensável para qualquer protocolo laboratorial sério.

Glândula pineal, melatonina e o papel do Epithalon

Uma das vertentes mais estudadas da investigação com Epithalon envolve a sua ação sobre a glândula pineal, a estrutura neuroendócrina responsável pela síntese de melatonina. Com o avançar da idade, a produção pineal de melatonina declina de forma progressiva — um fenómeno com implicações documentadas nos ritmos circadianos, na qualidade do sono, na imunidade e no stress oxidativo. Os estudos de Khavinson sugerem que o Epithalon estimula as células epiteliais da glândula pineal a aumentar a biossíntese de melatonina, o que o distingue funcionalmente de outros péptidos de longevidade.

Esta modulação pinealo-epifisária coloca o Epithalon numa posição particular na investigação gerontológica: ao agir simultaneamente sobre os telómeros e sobre a regulação neuroendócrina, oferece um perfil de mecanismos de ação mais abrangente do que composto com alvos moleculares únicos. Naturalmente, esta hipótese de mecanismo duplo requer confirmação em estudos mais rigorosos e com maior dimensão amostral.

Para investigadores interessados em combinar abordagens multi-peptídicas, o Epithalon apresenta um perfil complementar ao GHK-Cu, cujos mecanismos de ação atuam predominantemente ao nível da remodelação da matriz extracelular e da modulação da expressão genética — vias distintas que podem ser estudadas em paralelo.

Onde adquirir Epithalon na Europa: critérios de qualidade

Para investigadores que trabalham em Portugal ou noutros países da União Europeia, a aquisição de Epithalon de grau laboratorial implica uma avaliação rigorosa do fornecedor. Os critérios fundamentais são: disponibilidade de certificado de análise (COA) verificado por laboratório independente, documentação HPLC demonstrando pureza superior a 98%, rastreabilidade do lote, e envio a partir de território europeu para garantir cadeia de frio e segurança logística.

A Pepspan disponibiliza Epithalon a 69 EUR por frasco liofilizado, com COA independente incluído, pureza garantida por HPLC superior a 98%, e certificação do fabricante cGMP. O envio é efetuado a partir da Europa, com entrega normalmente em 3 a 5 dias úteis para Portugal continental. O envio é gratuito em encomendas iguais ou superiores a 100 EUR.

Investigadores que trabalhem com protocolos de longevidade multi-peptídica poderão igualmente considerar o GHK-Cu disponível no catálogo Pepspan, cujas vias de ação são complementares às do Epithalon no contexto da investigação anti-envelhecimento.

Perguntas frequentes

O Epithalon é legal em Portugal?

Sim. O Epithalon não consta em nenhuma das tabelas de substâncias controladas do Decreto-Lei n.º 15/93, nem é um medicamento autorizado ou regulado pelo INFARMED. Enquanto substância química de investigação vendida exclusivamente para fins laboratoriais, a sua aquisição e posse para uso científico é lícita em Portugal e em toda a União Europeia. Para mais informações sobre o quadro jurídico, consulte o nosso guia legal sobre péptidos de investigação em Portugal.

Qual é a diferença entre Epithalon e Epitalamina?

A Epitalamina é um extrato polipeptídico bruto obtido da glândula pineal bovina, desenvolvido na União Soviética nos anos 1970. O Epithalon é a versão sintética e purificada — o tetrapéptido Ala-Glu-Asp-Gly (AEDG) — isolado e sintetizado pelo Prof. Khavinson. O Epithalon sintético oferece pureza e reprodutibilidade laboratorial muito superiores, sendo o formato preferido para investigação contemporânea que exige rastreabilidade e consistência entre lotes.

Como conservar corretamente o Epithalon?

O liofilizado deve ser conservado a -20 °C, protegido da luz e da humidade. Após reconstituição com água bacteriostática, a solução mantém-se estável a 4 °C durante 30 dias ou a -20 °C durante 3 meses. Evitar ciclos repetidos de congelação-descongelação, uma vez que estes podem comprometer a integridade peptídica e alterar os resultados laboratoriais.

Pode o Epithalon combinar-se com GHK-Cu em protocolos de investigação?

Na literatura pré-clínica, o Epithalon e o GHK-Cu atuam em vias complementares: o primeiro atua sobretudo ao nível do comprimento telomérico e da regulação pineal, enquanto o GHK-Cu modula a expressão genética via síntese de colagénio e proteínas de reparação tecidual. A investigação multi-peptídica é uma área em expansão, com vários grupos a estudar combinações para abordar o envelhecimento de forma mais abrangente.

Qual o preço do Epithalon na Pepspan?

O Epithalon da Pepspan tem um preço de 69 EUR por frasco liofilizado, com certificado de análise (COA) independente incluído, pureza garantida superior a 98% por HPLC, e envio gratuito em encomendas a partir de 100 EUR. Entrega em 3 a 5 dias úteis para Portugal.

O Epithalon estimula diretamente a melatonina?

Os estudos de Khavinson indicam que o Epithalon atua sobre as células epiteliais da glândula pineal, estimulando a biossíntese e secreção de melatonina. Esta modulação é considerada relevante para a investigação sobre ritmos circadianos e processos de envelhecimento associados ao declínio progressivo da função pineal com a idade.

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